Textos

Eu ao quadrado
O eu criou pneu de gordura!
Comeu toda  a  criatura, e agora quer o ego do vizinho!

Quer comer devagarinho
pra sobremesa ser mais doce!
Assediar o  você no açoite,
a debater por toda noite

Que o  nós  não tem importância
E nessa ânsia de miséria
A pilhéria tomou um porre!
Pois perdeu o endereço
E foi morar lá no começo
Onde nada é notícia!

Ta fazendo romaria
No campo de hortaliça
Pois a natureza Mendonça
Tá brigando com os Souza há anos
E a chuva cai todos os dias!

O coentro nasce,
Andorinha desce!
Só não sabe o come quieto
E a cerveja que não  desce quadrada!!
Vera Mascarenhas
Enviado por Vera Mascarenhas em 16/12/2021
Alterado em 10/05/2022
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